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passo-a-passo

Adesivo temporário

 


Chega de alinhavos e contorcionismos. Quiltar ficou muito mais fácil com o adesivo spray temporário Paper Plott 205. O produto, importado da França, já é consagrado entre as quilteiras da Europa.
Prático e facílimo de usar, ele não mancha nem deixa marcas nos tecidos — e tem um custo-benefício excelente.

Não sofra com o quilt nunca mais!

 

 

"Acabei de quiltar as laterais de uma bolsa sem usar um alfinete ou
alinhavo... Passei aquele spray de cola temporária e fui pra máquina!
Não soltou uma pontinha sequer. E o avesso não ficou com nenhuma
dobrinha ou preguinha. Achei bárbaro!"


* Monica Hering


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Recomendado para o posicionamento temporário sobre suportes como tecidos, couros e papéis, entre outros materiais, o Paper Plott 205 foi descoberto pelas quilteiras há poucos meses, em uma reportagem feita pela jornalista-quilteira Jane Lopes,
para uma revista de patchwork.
Para testar o produto, Jane andou com seu spray de ateliê em ateliê, levou em casas de amigas, usou em seus próprios trabalhos e a novidade, antes mesmo de a matéria ser publicada, já era uma unanimidade. Todas adoraram!

Querendo conhecer ainda melhor o produto, a revista virtual PatchStop fez a aula, abaixo, com o fornecedor. Veja a explicação do modo de usar, que irá fazer seu spray render muito mais e deixará seu trabalho perfeito — e muito mais fácil de ser quiltado.

ABAIXO, O PASSO-A-PASSO DO USO DO PRODUTO

Escolha um local adequado para o uso do spray. Apesar de, segundo o fabricante, o produto não ser tóxico, é recomendável que se faça a aplicação em local arejado.

A limpeza do local onde o spray for utilizado pode ser feita com um pano úmido.

 

1. Posicione o forro do seu trabalho com o direito para baixo e alise bem.

2. Agite bem a lata de spray, posicione o bico a uma distância de aproximadamente 50cm do tecido e acione o botão, com jatos precisos e uniformes. Vaporize uma camada fina durante alguns segundos.
Não é necessário usar muito produto. Uma pequena quantidade é suficiente para a perfeita aderência.


3. Coloque a manta ou o forro sobre o tecido impregnado com o spray. Ajeite de forma que não fiquem pregas. Você pode retirar e colar a manta quantas vezes for necessário até que a união das partes esteja como deseja.
4. Posicione o topo, em um local separado, com o avesso para baixo, e repita o processo de aplicação do spray.
5. Coloque sobre esse topo, já impregnado com o produto, o fundo preparado (do item 3), — com a manta acrílica (ou forro escolhido) virada para baixo, e ajeite.
6. Faça o quilt. O tempo de duração do adesivo temporário é de aproxima-damente 10 horas. Durante esse período você pode voltar a reposicionar os tecidos tantas vezes quantas achar necessário. Passado esse tempo, seu tecido volta a ter suas características originais e o processo pode ser repetido até o término do trabalho.
DICAS

- Usado corretamente (em quantidade mínima) o adesivo temporário Paper Plott 205 NÃO MANCHA o tecido. A integridade do tecido é garantida pelo fabricante.

- Para evitar desperdício do produto, vaporize apenas sobre os tecidos, e não sobre a manta acrílica ou superfícies porosas.

- O Paper Plott 205 é inflamável. Jamais vaporize em direção a chamas ou corpos incandescentes.

*Monica Hering, arte pela vida

Ela é formada em História, sempre trabalhou com administração de empresas, mas, um dia, teve que mudar de cidade e acabou mudando totalmente seu rumo profissional — e o de muitas vidas que hoje ganham qualidade, se não a própria vida, graças à sua iniciativa. Tudo começou quando Monica foi morar em Manaus por dois anos e aprendeu patchwork. Nesse período, os felizardos eram a família distante, que recebia seu carinho através de peças feitas e presenteadas por ela.

De volta a São Paulo, começou a ter aulas com Patrícia Washington, na Kikikits. No final de 99 foi indicada pela professora para substituí-la e fundou, com suas alunas, a Confraria do Patchwork, uma espécie de “clube” que reúne apaixonadas pela arte — e produtoras de trabalhos que, quando prontos, revertem para o benefício de alguma causa social. “Eu fazia um trabalho voluntário com as freiras da Ordem das Irmãs de Santa Cruz, ensinando patchwork para as senhoras do Centro Social Santa Marta”, lembra ela.

Com uma boa idéia na cabeça, disposição e a colaboração das amigas da confraria, Monica iniciou o projeto Patchwork Solidário. “Nos anos de 2001 e 2002, os trabalhos produzidos foram destinados, por votação, às irmãs”, conta, “mas por problemas de saúde na família, tive que fazer uma pausa”.
O projeto foi retomado em 2004 e, considerando o sucesso e amplitude da última versão, muitos retalhos ainda serão transformados por Monica – e suas amigas de confraria — em vidas mais dignas.